Recursos
| Site: | EuroCivic Lab Moodle |
| Disciplina: | O Toolkit do Estudante EuroCivic (PT) |
| Livro: | Recursos |
| Impresso por: | Guest user |
| Data: | sexta-feira, 23 de outubro de 2026 às 06:26 |
Índice
- 1. Estudo de caso 1: Eleições para a associação de estudantes
- 2. Estudo de caso 2: O refeitório da escola
- 3. Estudo de caso 3: Escolher a Capital Europeia da Cultura
- 4. Estudo de caso 4: Visualizações de dados do Eurostat
- 5. Estudo de caso 5: EU Barcode – descodificar a identidade europeia
- 6. Estudo de caso 6: A Marca do Património Europeu
- 7. Projeto colaborativo 1: Liderar a mudança!
- 8. Projeto colaborativo 2: Uma exposição sobre a identidade europeia!
- 9. Projeto colaborativo 3: O que significa a UE para ti?
- 10. Projeto colaborativo 4: We-Europeans – responder ao populismo através de uma cidadania europeia ativa
- 11. Multimédia 1: O que é a participação das crianças?
- 12. Multimédia 2: Os alunos veem o mundo através do Modelo das Nações Unidas
- 13. Multimédia 3: Bem-estar para crianças: identidade e valores
- 14. Multimédia 4: Democracia, direitos, memória: testemunhos do Museu do Aljube
- 15. Multimédia 5: Igualdade de género – um desafio urgente
- 16. Multimédia 6: Escolhas para o nosso futuro comum
1. Estudo de caso 1: Eleições para a associação de estudantes
Todos os anos há eleições para a associação de estudantes na nossa escola. Apesar de todos os alunos terem o direito de se candidatar e de votar, muito poucos decidem candidatar-se à presidência. Muitos alunos acham que o cargo é apenas um título simbólico e que não dá poder real para resolver ou mudar problemas na escola.
Uma semana depois de anunciadas as eleições, os professores dizem-nos que este ano só um aluno se candidatou à presidência. O número de candidatos aos outros cargos — vice-presidente, secretário e tesoureiro — também é muito baixo. Isso deixa quem vota quase sem escolha! Alguns alunos não ligam muito, outros riem-se e dizem que não vale a pena votar, porque já se sabe quem ganha.
Nessa mesma semana, na aula de cidadania, decidimos candidatar-nos a vários cargos e comprometer-nos a fazer uma mudança que valha a pena na nossa escola. Decidimos trabalhar em equipa, falar sobre as responsabilidades de cada cargo e distribuir tarefas de acordo com aquilo em que cada um é melhor. Começámos por criar uma campanha para chamar a atenção dos outros alunos.
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Um formulário anónimo online que pergunta aos alunos que problemas enfrentam e que oportunidades poderiam criar.
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Panfletos sobre as eleições afixados por toda a escola,
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A partir das respostas, cartazes e panfletos com passos realistas e práticos para resolver os problemas e criar mais oportunidades,
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Uma reunião com os professores e com a direção da escola para falar sobre como pôr em prática as nossas soluções
Na campanha, sublinhamos também a importância da participação democrática, para sensibilizar os alunos que não acreditam que o seu voto e a associação de estudantes façam diferença. O nosso lema é: «A participação é o coração da democracia. A mudança acontece quando a voz de cada um conta.»
O interesse pela campanha cresce de dia para dia. Pelas respostas que recolhemos nos formulários, percebemos que temos vários problemas enquanto alunos e que a associação de estudantes é uma iniciativa que vale a pena, onde os alunos podem partilhar diretamente os seus problemas e as suas soluções com os professores e com o resto da escola.
Perguntas para refletir
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No início, só um aluno se queria candidatar a presidente. Achas que os alunos se devem candidatar à associação de estudantes? Explica.
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Achas importante que todos os alunos votem para a associação de estudantes? Porquê?
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O que pensas da ideia que os alunos tinham sobre o significado da associação de estudantes antes da campanha?
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Concordas que as associações de estudantes são apenas simbólicas? Explica e dá algumas razões para a tua opinião.
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Qual poderia ser uma forma democrática de mudar a atitude das pessoas em relação à importância das eleições?
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O que significa para ti participação cívica?
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Objetivos de aprendizagem |
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Sugestão de utilização |
Funciona bem como jogo de papéis, em que cada grupo cria uma campanha fictícia para um problema real da escola. É também um ótimo ponto de partida para conversar antes das eleições reais para a associação de estudantes. Como trabalho de casa, os alunos podem procurar um exemplo de uma associação de estudantes que tenha conseguido uma mudança concreta e partilhá-lo com a turma. |
2. Estudo de caso 2: O refeitório da escola
Na nossa escola temos um refeitório onde almoçamos. Muitos alunos gostam da ementa diária. Mas não é o caso da Linda, que é vegana! Nem sempre encontra um almoço vegano no refeitório.
Falamos disto com os nossos amigos: alguns dizem à Linda que, como há poucos alunos veganos, é normal. Outros dizem que ela pode trazer comida de casa. E outros dizem que isto não devia depender de números, que devemos respeitar preferências diferentes e que todos os alunos devem poder almoçar na escola. Decidimos fazer alguma coisa para mudar a situação.
Primeiro, falamos com a Linda e perguntamos-lhe do que precisa e o que quer mesmo. Ela diz: «Só quero almoçar no refeitório com toda a gente.»
Falamos com o pessoal do refeitório e pedimos a ementa do mês. Fazemos um questionário sobre as preferências alimentares dos alunos e contamos quantos são veganos e vegetarianos. Descobrimos que não são só os alunos veganos que têm problemas: também os alunos com alergias alimentares, porque os ingredientes não estão indicados. Falamos também com a direção da escola sobre o problema e apresentamos as nossas soluções:
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Uma ementa diária com opções veganas e vegetarianas.
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Uma tabela clara com os ingredientes dos pratos, para os alunos com alergias.
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Publicar as ementas e os ingredientes na internet, para os pais e os alunos poderem consultá-los com antecedência.
Falamos também com os outros alunos e explicamos porque é que o nosso refeitório deve ter mais opções, mesmo sendo poucos os alunos veganos e vegetarianos. Partilhamos as nossas ideias e isso leva-nos a pensar noutros problemas que também temos na escola.
Depois destas mudanças, podemos escolher refeições que se adequam às nossas necessidades. Podemos comer todos juntos sem confusão e aprendemos uma coisa importante: melhorar a inclusão nem sempre passa por grandes anúncios. Às vezes, é só garantir que todos podem comer em segurança e gostar da refeição!
Perguntas para refletir:
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Qual era o problema nesta escola? Porquê?
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O que pensas das sugestões que alguns alunos deram à Linda, como dizer que é normal porque há poucos alunos veganos, ou que ela podia trazer comida de casa? Concordas com estas ideias? Porquê?
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Qual é uma forma respeitosa de falar com um amigo quando não concordas com ele?
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Lê outra vez esta frase: «Partilhamos as nossas ideias e isso leva-nos a pensar noutros problemas que também temos na escola.» Depois explica: porque é que partilhar ideias e criar soluções é importante para os cidadãos?
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O que significa «inclusão» numa escola?
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Objetivos de aprendizagem |
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Sugestão de utilização |
Funciona bem como tarefa de resolução de problemas em grupo: cada equipa cria o seu plano de ação para a situação da Linda e depois compara as abordagens com o resto da turma. As perguntas para refletir também servem bem para uma reflexão escrita ou uma publicação num fórum online. Os professores podem usá-lo para abrir uma conversa mais alargada sobre outras falhas de inclusão que os alunos notem na sua escola. |
3. Estudo de caso 3: Escolher a Capital Europeia da Cultura
Esta semana fizemos uma atividade muito interessante na aula. A professora disse-nos que íamos falar sobre as Capitais Europeias da Cultura, e passámos a semana a descobrir o que significam.
Primeiro escolhemos um júri com quatro alunos. O resto da turma dividiu-se em grupos de três alunos, e cada grupo tinha de propor uma cidade europeia para a próxima escolha.
Nós éramos o grupo 2: a Linda, o José e eu. Começámos por ver as Capitais Europeias da Cultura dos últimos cinco anos e procurámos o que têm em comum:
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2021: Elêusis (Grécia), Timișoara (Roménia) e Novi Sad (Sérvia)
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2022: Kaunas (Lituânia) e Esch-sur-Alzette (Luxemburgo)
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2023: Veszprém (Hungary)
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2024: Tartu (Estónia), Bad Ischl (Áustria) e Bodø (Noruega)
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2025: Chemnitz (Alemanha) e Nova Gorica (Eslovénia)
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2026: Oulu (Finlândia) e Trenčín (Eslováquia)
A Linda disse que uma Capital Europeia da Cultura devia ter muitos eventos artísticos e desportivos. O José disse que a cidade devia respeitar as tradições locais e incluir culturas diferentes. Eu disse que era importante pensar na acessibilidade e em boas infraestruturas, como centros culturais, transportes públicos fáceis e hotéis suficientes para os visitantes. No fim, concordámos que a cidade devia preocupar-se com o ambiente e com a sustentabilidade.
Depois de decidirmos o que era importante numa Capital Europeia da Cultura, cada um sugeriu cidades de que gostava. Também pensámos em quais seriam divertidas de visitar e fáceis de percorrer.
Por fim, votámos em grupo e escolhemos a cidade que cumpria mais das nossas ideias. Apresentámos a nossa cidade e explicámos as razões da escolha aos outros grupos. No fim, soube muito bem trabalhar em conjunto e decidir em equipa. Aprendemos muito sobre diferentes cidades europeias, sobre a sua cultura e sobre como é importante pensar na arte, nas pessoas e no planeta quando se escolhe uma Capital da Cultura!
Perguntas para refletir
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Porque é que ter uma Capital Europeia da Cultura pode ser importante para as pessoas na Europa?
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Neste estudo de caso, quais foram os critérios do grupo 2 para escolher uma cidade? Concordas com eles? Porquê?
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Que outros pontos poderias ter em conta ao escolher uma cidade?
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Como é que a arte, a cultura e os eventos podem ajudar as pessoas de uma cidade a sentirem-se ligadas?
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Como é que as cidades mostram respeito pelas suas tradições locais e por culturas diferentes?
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Objetivos de aprendizagem |
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Sugestão de utilização |
Funciona melhor em uma ou duas aulas (uma para pesquisa e conversa em grupo, outra para as apresentações e a votação da turma). Os professores podem alargar a atividade pedindo aos alunos que investiguem em casa a cidade escolhida com mais pormenor, ou que comparem os seus critérios com os critérios oficiais da UE. É especialmente envolvente em turmas multiculturais, onde os alunos podem ter ligações pessoais a diferentes países e cidades da Europa. |
4. Estudo de caso 4: Visualizações de dados do Eurostat
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Breve descrição |
As Visualizações de Dados do Eurostat oferecem painéis interativos e ferramentas visuais que permitem aos alunos explorar as estatísticas da UE por tema (por exemplo, objetivos de desenvolvimento sustentável, economia, energia, sociedade, regiões). Os alunos podem comparar países e usar dados fiáveis para apoiar debates na sala de aula, partindo de desafios europeus reais e ligando os temas a contextos locais. |
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Objetivos de aprendizagem |
- Interpretar e comparar dados da UE (países/regiões, tendências, indicadores). - Usar provas para sustentar argumentos sobre questões cívicas, sociais ou ambientais. - Ligar os desafios europeus às realidades locais e aos objetivos de desenvolvimento sustentável correspondentes. |
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Formato / ligação à fonte |
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Sugestão de utilização |
- Cada grupo escolhe um indicador, compara 2-3 países e prepara uma afirmação apoiada em dados. - Módulo 2 – usar as conclusões para identificar também um problema local ligado aos valores da identidade europeia. |
5. Estudo de caso 5: EU Barcode – descodificar a identidade europeia
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Breve descrição |
Esta atividade usa a imagem do EU Barcode como ponto de partida para a observação crítica e para a conversa. Primeiro mostra-se a imagem aos alunos sem qualquer informação de contexto. Através de perguntas orientadoras, são levados a analisar os elementos visuais, a identificar padrões, cores e estruturas, e a formular hipóteses sobre o que a imagem poderá representar. Os alunos têm de descodificar a imagem, refletindo sobre a ideia de símbolos e de códigos visuais, pensando por que razão se usa o formato de código de barras e o que poderão significar as linhas coloridas. Só depois desta exploração conjunta se revela que o projeto é uma proposta de identidade visual para a União Europeia. |
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Objetivos de aprendizagem |
- Refletir sobre a cidadania da União Europeia como uma unidade construída a partir da diversidade; - Compreender como os símbolos e os códigos podem representar ideias sociais e políticas; - Desenvolver competências de análise visual, de interpretação e de formulação de hipóteses. |
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Formato / ligação à fonte |
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Sugestão de utilização |
- Os alunos devem observar a imagem e propor significados antes de receberem qualquer explicação de contexto; - Conversa em grupo centrada em símbolos, códigos, abstração e descodificação; - Introdução ao conceito de identidade e cidadania da União Europeia; - Atividade criativa de seguimento: os alunos desenham o seu próprio código de barras para representar a turma, a escola ou a sua ideia de união; |
6. Estudo de caso 6: A Marca do Património Europeu
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Breve descrição |
Neste projeto, os alunos exploram a Marca do Património Europeu para perceberem como a diversidade do património enriquece a Europa. Em grupo, investigam diferentes sítios por toda a UE, analisando a história, a cultura, as tradições e o impacto de cada sítio nas comunidades locais. Cada aluno ou grupo concentra-se em dois sítios: - Um do seu próprio país, próximo da sua experiência cultural; - Outro de um Estado-Membro diferente, para descobrir e refletir sobre a diversidade europeia; Com esta proposta, os alunos exploram as funções culturais, as tradições e os significados sociais de cada sítio do património, sem os comparar entre si. Esta análise permite-lhes refletir sobre como culturas diferentes contribuem para a rede de identidades que se encontram na União Europeia, equilibrada pela partilha de valores comuns. O exercício ajuda a perceber como o património e a cidadania estão ligados, mostrando como os Estados-Membros colaboram na construção de uma identidade europeia plural e como os projetos culturais e as sinergias entre países fortalecem a união. |
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Objetivos de aprendizagem |
- Explorar e identificar a diversidade do património europeu e o papel de cada Estado-Membro na construção da rede de identidades que se encontram na União Europeia; - Lançar as primeiras perguntas sobre identidade, diversidade e o significado de património. - Refletir sobre a convivência e a cooperação entre tradições e comunidades diferentes, destacando o lema «Unidos na diversidade». |
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Formato / ligação à fonte |
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Sugestão de utilização |
- Apresentar a Marca do Património Europeu e explicar brevemente para que serve, bem como o que se entende por «património» a diferentes níveis; - Convidar os alunos a explorar a plataforma European Heritage Hub e a refletir sobre as seguintes perguntas: Como é que este património contribui para uma identidade europeia plural? Como podem as tradições de países diferentes conviver e enriquecer a União Europeia? - Partilhar e discutir em grupo as ideias que surgiram. |
7. Projeto colaborativo 1: Liderar a mudança!
Identifica um problema da tua escola que te preocupe (por exemplo, o recreio nem sempre está limpo, ou os alunos nem sempre se respeitam uns aos outros). Com um grupo de colegas, prepara uma apresentação e tenta convencer outras pessoas da comunidade escolar de que o assunto é importante, explicando que ações poderiam ser feitas na comunidade local para o apoiar.
Segue estes passos:
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Escolhe o tema da apresentação. Fala e decide isto com os teus colegas.
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Prepara o material da apresentação. Apresenta o problema com clareza e explica porque é que ele importa. Sugere passos seguintes para agir.
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Planeia como vais fazer a apresentação. Cada elemento pode apresentar uma parte diferente.
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Faz a apresentação na tua sala de aula. Fala com o professor e com os colegas sobre os passos que sugeriste. Ouve também as sugestões deles.
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(facultativo) Se for possível, podem apresentar a todos os alunos da escola. Assim conseguem sensibilizar mais gente para o tema, explicar porque é importante e falar sobre o que pode ser feito.
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Depois da apresentação, preparem um pequeno plano de ação impresso e partilhem essas sugestões com os outros, na sala e na escola. Nesse plano podem incluir sugestões práticas que todos consigam começar a pôr em prática já, para melhorar este aspeto da escola.
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Agora que já têm o plano e sugestões concretas, falem com a vossa equipa sobre outras formas de liderar a mudança na escola. Como podem informar os outros? Como podem ajudar a pôr em prática? Que ações se podem tomar?
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Objetivos de aprendizagem |
As atividades devem permitir:
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Sugestão de utilização |
Os alunos podem usar este recurso em grupo, na sala de aula e na escola. Os professores podem orientar o processo. |
8. Projeto colaborativo 2: Uma exposição sobre a identidade europeia!
Agora que já aprenderam tanta coisa sobre a identidade europeia, tu e a tua turma podem organizar (com os professores) uma exposição na escola. Planeiem uma exposição na vossa escola para mostrar a vossa identidade europeia.
Os professores podem ajudar a encontrar um espaço na escola para a exposição e a marcar a data (ou datas) e as horas em que as pessoas a podem visitar.
Os professores podem também definir com os alunos algumas regras sobre como os objetos vão ser protegidos. Alguns alunos da turma podem criar (por exemplo, desenhar) placas para a exposição, que lembrem a todos como nos comportamos em museus e em espaços de exposição.
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Não tocamos nos objetos.
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Andamos com calma.
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Não comemos nem bebemos.
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Temos cuidado para nada se estragar.
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Mais alguma coisa?
Para esta exposição, cada aluno pode trazer algo que, para si, esteja ligado à sua identidade europeia. Pode ser uma fotografia, um desenho, um objeto de casa ou outra coisa. Sê criativo!
Em casa podem dedicar algum tempo a criar uma coisa nova. Já aprenderam tanto sobre a identidade europeia. O que vos vem à cabeça agora? Desenhem ou construam alguma coisa!
Depois de trazerem tudo para a escola, podem organizar os objetos por categorias: por exemplo, os que se relacionam com as instituições e os símbolos europeus, os que se relacionam com a cultura, e assim por diante.
Outras pessoas da escola também podem contribuir com os seus objetos: alunos de outras turmas ou até os próprios professores!
Quando a exposição estiver pronta, pode abrir aos pais e a outras pessoas da comunidade local. Podem convidar os irmãos mais novos ou mais velhos, ou amigos de outras escolas.
A exposição pode juntar-se a outros eventos, como conversas, música ou vídeos. Podem falar com o professor sobre outros elementos. Sejam criativos!
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Objetivos de aprendizagem |
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Sugestão de utilização |
Funciona melhor como projeto final do módulo, juntando tudo o que os alunos aprenderam. Os professores devem ajudar a encontrar cedo um espaço e datas, e envolver os alunos na definição das regras da exposição (alguns grupos podem gostar de desenhar eles próprios as placas). Convidar outras turmas e o pessoal da escola a contribuir alarga o sentido de comunidade. Abrir a exposição aos pais e à comunidade local faz com que o projeto pareça real e com significado, e não apenas um exercício de sala de aula. |
9. Projeto colaborativo 3: O que significa a UE para ti?
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Breve descrição |
Os alunos entrevistam um grupo de pessoas da sua comunidade (familiares, professores, trabalhadores locais, migrantes, pessoas mais velhas) e perguntam: O que significa a Europa para si? Que valor europeu é mais importante? Quando se sentiu ligado à Europa? E quando não se sentiu? Recolhem clipes de áudio, frases e fotografias (com autorização) e organizam depois uma exposição na escola ou na câmara municipal, com cartazes, códigos QR e retratos. |
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Objetivos de aprendizagem |
- Usar entrevistas para compreender diferentes pontos de vista sobre identidade e cidadania. - Ligar histórias pessoais aos valores, aos direitos e às responsabilidades europeias. |
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Formato / ligação à fonte |
https://www.qr-code-generator.com/ e |
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Sugestão de utilização |
Usar como atividade final do Módulo 2. |
10. Projeto colaborativo 4: We-Europeans – responder ao populismo através de uma cidadania europeia ativa
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Breve descrição |
O «We-Europeans» é um projeto que junta vários parceiros com o objetivo de responder ao crescimento do populismo na Europa, que ameaça distorcer a identidade plural da União Europeia. Ao mesmo tempo, promove os valores da cidadania ativa, como o respeito pelos direitos humanos, a liberdade, a democracia, a igualdade e o Estado de direito. A proposta junta conteúdos educativos, reflexão e ferramentas que ajudam a compreender melhor o fenómeno do populismo, a pensar criticamente sobre ele e a responder de forma construtiva no dia a dia. Disponibiliza vários recursos online, incluindo artigos temáticos, factos verificados, vídeos informativos sobre a UE, ferramentas de argumentação e um curso online gratuito (MOOC) com vários módulos sobre comunicação, estratégias de contranarrativa e reforço das capacidades cívicas. |
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Objetivos de aprendizagem |
- Compreender o populismo e o seu impacto nas identidades europeias; - Desenvolver competências de comunicação e de argumentação que ajudem a enfrentar e a responder às mensagens populistas de forma construtiva e informada; - Reforçar o pluralismo da identidade europeia, promovendo uma participação informada; |
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Formato / ligação à fonte |
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Sugestão de utilização |
O MOOC pode ser usado como trabalho autónomo ou em sala de aula invertida, servindo de ponto de partida para a conversa na turma: a) Análise de narrativas populistas face a dados factuais; b) Criação de contranarrativas criativas (vídeos curtos, textos argumentativos); |
11. Multimédia 1: O que é a participação das crianças?
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Breve descrição |
Neste episódio do Eurochild Podcast, o coordenador de comunicação Davide Rambaldi conversa com Georgios Efrem e Rhythm, membros do Conselho de Crianças, sobre o que é uma participação verdadeira das crianças. Falam sobre como as crianças e os jovens podem estar envolvidos de forma ativa nas decisões que afetam a sua vida, para lá de gestos simbólicos ou de fachada. A conversa inclui exemplos reais de Chipre e de Malta, onde os jovens contribuíram para decisões políticas, apresentaram propostas a organismos do Estado e até participaram em processos de contratação de pessoal. Uma ideia central é a importância de envolver as crianças desde o início dos projetos e de usar uma linguagem que elas percebam mesmo. O episódio sublinha que as crianças são participantes ativas hoje, e não apenas cidadãos do futuro, e mostra como uma participação com sentido lhes dá poder para moldar as suas comunidades. |
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Objetivos de aprendizagem |
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Formato / ligação à fonte |
https://eurochild.org/news/podcast-what-is-child-participation/ |
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Sugestão de utilização |
Usa este podcast para lançar uma conversa na turma ou atividades de grupo. Os alunos podem analisar exemplos de participação de crianças, pensar em formas de contribuírem para decisões na escola ou na comunidade local e refletir sobre por que razão a sua voz conta. |
12. Multimédia 2: Os alunos veem o mundo através do Modelo das Nações Unidas
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Breve descrição |
Este excerto apresenta o programa Modelo das Nações Unidas (MUN), um ambiente político simulado em que os alunos assumem os papéis de representantes das Nações Unidas. Os participantes debatem, redigem resoluções e votam, muitas vezes na Assembleia Geral ou no Conselho de Segurança. O programa dá experiência prática de processos democráticos, de diplomacia internacional e de resolução de conflitos. Uma lição central é que uma liderança eficaz se concentra em servir os outros e não em impor autoridade. Os alunos aprendem o valor de escutar, de chegar a compromissos e de colaborar, o que favorece o diálogo em vez da polarização. No conjunto, o MUN forma jovens cidadãos informados, envolvidos e esperançosos, conscientes dos desafios globais e motivados para agir de forma positiva nas suas comunidades e fora delas. |
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Objetivos de aprendizagem |
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Sugestão de utilização |
Usa este vídeo para apresentar aos alunos a participação cívica na prática. Depois de o verem, os alunos podem simular debates sobre temas locais ou globais, redigir resoluções fictícias e refletir sobre as competências necessárias para decidir em conjunto. |
13. Multimédia 3: Bem-estar para crianças: identidade e valores
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Breve descrição |
Este vídeo explora o conceito de identidade e as muitas coisas que a compõem, como a origem, a língua, os passatempos e os valores pessoais. Sublinha que um sentido forte de identidade e de autoconfiança é essencial para o bem-estar e para o sucesso pessoal. Os alunos são encorajados a reconhecer, aceitar e ter orgulho em quem são e naquilo que valorizam. O recurso define valores como crenças ou qualidades que nos orientam e dá sugestões práticas, como fazer uma lista de interesses pessoais, para ajudar as crianças a identificar os seus valores principais. Além disso, o vídeo incentiva a celebrar a própria cultura e a própria língua e a ser autêntico, o que contribui para uma sociedade diversa e interessante. A mensagem reforça que a identidade é dinâmica e muda ao longo do tempo, mas que manter-se fiel aos valores principais dá confiança e capacidade de resistir às dificuldades. |
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Objetivos de aprendizagem |
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Sugestão de utilização |
Usa este vídeo para começar conversas sobre identidade pessoal, diversidade e valores. Os alunos podem criar listas dos seus valores, partilhar aspetos da sua cultura ou fazer exercícios de reflexão sobre como a sua identidade molda as suas escolhas e as suas ações. |
14. Multimédia 4: Democracia, direitos, memória: testemunhos do Museu do Aljube
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Breve descrição |
O Museu do Aljube recolhe e preserva memórias testemunhais de pessoas da resistência e de antigos presos políticos (bem como de familiares e membros da comunidade) ligadas ao período da ditadura portuguesa, que terminou em 1974 com a Revolução de Abril. Através do Centro de Documentação e das suas coleções de testemunhos, os professores podem aceder a narrativas na primeira pessoa que apoiam a aprendizagem sobre direitos humanos, liberdades democráticas, coragem cívica e as consequências da repressão. Os alunos podem usar os testemunhos para explorar dilemas éticos, formas de resistência e o significado da liberdade e da democracia hoje. |
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Objetivos de aprendizagem |
- Analisar testemunhos como fontes primárias e identificar os principais temas cívicos e de direitos humanos. - Ligar narrativas pessoais aos valores, aos direitos e às responsabilidades democráticas. - Refletir criticamente e dialogar sobre questões históricas e cívicas sensíveis. |
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Sugestão de utilização |
- Módulo 2: ponto de partida para a investigação: O que aconteceu? Que direitos ou liberdades estão em causa? Que escolhas as pessoas tiveram de fazer? Como te sentes em relação a isso e o que podemos fazer em situações como esta? - Tarefa de grupo: construir um mapa de direitos e valores do bairro. |
15. Multimédia 5: Igualdade de género – um desafio urgente
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Breve descrição |
Esta aula ajuda os alunos a descobrir como os papéis e os estereótipos de género influenciam a vida de todos os dias, as escolhas de estudo e as oportunidades futuras. Através de conversas orientadas e de atividades práticas apoiadas em dados e em materiais visuais, os alunos refletem sobre as causas e os efeitos da desigualdade de género e pensam em como os jovens podem contribuir para um mundo mais igual e mais inclusivo, a começar na sua comunidade. |
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Objetivos de aprendizagem |
- Reconhecer como os papéis e os estereótipos de género influenciam as escolhas pessoais e as expectativas sociais. - Analisar dados e conteúdos dos media sobre igualdade de género e promover o diálogo. - Identificar ações que os alunos podem tomar para promover a igualdade de género nas suas comunidades. |
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Os desafios da Agenda 2030 – Igualdade de género: um desafio urgente e partilhado |
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Sugestão de utilização |
Usar nas unidades sobre identidade e valores, para ligar a experiência pessoal aos direitos europeus e aos princípios da igualdade (Módulo 2) |
16. Multimédia 6: Escolhas para o nosso futuro comum
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Breve descrição |
Este recurso explora os equilíbrios difíceis que é preciso encontrar para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Através de histórias interativas e de atividades orientadas, os alunos analisam como as ações que apoiam um objetivo podem afetar outros. Ajuda a compreender a sustentabilidade, ligando os desafios globais às realidades locais e convidando a refletir sobre valores e responsabilidade. |
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Objetivos de aprendizagem |
- Compreender que os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável podem envolver tensões, cedências e interesses em conflito. - Desenvolver o pensamento crítico, analisando dilemas ligados à sustentabilidade e à tomada de decisões. - Reconhecer que as soluções sustentáveis também exigem cedências. |
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Formato / ligação à fonte |
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Sugestão de utilização |
Módulo 2 – Ajuda os alunos a perceber que a sustentabilidade exige escolhas informadas, e não soluções simples, e a ligar a identidade europeia aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. |